Apagão no Amapá é resultado da privatização

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Apagão no Amapá é resultado da privatização

? Toda privatização é ruim para o país e para o povo, e o apagão no Amapá é mais uma triste prova disso.

? Em novembro de 2020, quase 90% da população do estado (cerca de 765 mil pessoas) passaram várias semanas no completo escuro, por negligência e descaso da multinacional espanhola Isolux, que detém a concessão da distribuição de energia.

? Além de ocorrer em meio à pandemia de Covid-19, o apagão afetou serviços de telefonia e internet, abastecimento de água, compra e armazenamento de alimentos, e gerou muitos outros danos à população.

? Os amapaenses só saíram dessa situação degradante e criminosa porque a estatal Eletronorte (subsidiária da Eletrobras) interveio.

? E mais: R$ 21,6 milhões saíram do orçamento público (e não da iniciativa privada) para comprar combustível e alugar geradores de energia, para amenizar o caos até o restabelecimento total da energia elétrica.

⚠ Veja: o setor privado se preocupa mais com os lucros do que com o bem-estar e a vida do povo, que sofrerá ainda mais com a Reforma Administrativa (PEC 32/2020) – cujo objetivo é beneficiar apenas as elites (econômica, social, política e financeira).

✊ Para evitar novas calamidades, lute contra a PEC 32 e contra as privatizações. E valorize o serviço público. Afinal, ele sim é para todos!

 

 

#ServiçoPúblico #ÉPublico #ÉpraTodos #ValorizeOServidor #ReformaAdministrativaNão

 

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