O Brasil é um país de extensões continentais, ainda marcado por abismos sociais.

Somos o sétimo país com mais desigualdade de renda: os 10% mais ricos ganham 13 vezes mais que os 10% mais pobres – dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Nosso crescimento econômico não acontece de forma igual para todos: sozinhos, muitos brasileiros não alcançam direitos humanos fundamentais.

É preciso uma ponte.

 

Alcance

Para que toda a população supere as barreiras sociais, o Estado intervém por meio dos serviços públicos.

Oportunizando igual acesso à Saúde, Educação, Segurança, Infraestrutura,  (dentre outros direitos fundamentais), o gigantesco abismo social brasileiro é diminuído, para que as pessoas possam ter mais chances de conquistar mobilidade social e melhor qualidade de vida.

E para que esses direitos fundamentais cheguem à população de todos os cantos do país, a atuação dos servidores públicos é indispensável.

 

Social

Nos últimos anos, alguns setores tentam retomar a ideia de “Estado mínimo” (reduzir o cuidado estatal com o povo). 

É uma narrativa própria de quem não vive no limite da dignidade humana, e que deseja moldar um mundo onde apenas os mais privilegiados tenham acesso a direitos. Para enganar a população, esses setores distorcem dados, inventam mentiras e financiam grupos de mídia, milícias digitais e influenciadores sociais.

Por isso lançamos esta campanha em defesa dos servidores e dos serviços públicos: É público, É para todos.

 

Porque é a atuação dos servidores públicos que garante condições de vida, cidadania e estruturas sociais cada vez melhores a milhões de pessoas.

Porque nas áreas mais remotas, nas condições mais difíceis, sob ataques de governos, ou ameaçados por epidemias, os servidores públicos continuam trabalhando para diminuir as desigualdades de nosso país.

Porque sem serviços públicos, a distância entre ricos e pobres seria ainda maior.

Os servidores e serviços públicos são a ponte para que a sociedade acesse direitos garantidos constitucionalmente.

Ainda estamos longe de ser um país totalmente igualitário. E é por isso que devemos lutar.

A dignidade e a cidadania do povo brasileiro dependem disso.